Articulação Brasil Revista Catolicismo e acervo
Visão da Edição Catolicismo nº 354 | página 04-05

MEIO SÉCULO DE EPOPÉIA ANTICOMUNISTA – A TFP conta sua história

Lançado há pouco, o mais recente livro da TFP já é best-seller: 6.400 exemplares vendidos em 30 dias.

O extraordinário interesse por um livro — num país onde a leitura não é o mais generalizado dos hábitos — justifica-se. Desta vez a TFP não faz nenhuma denúncia de adversários da civilização cristã, nem apresenta ao público manobras ou táticas soezes dos mesmos. Trata-se agora da própria história da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade, abrangendo inclusive mais de três décadas anteriores à sua constituição formal, quando seus fundadores faziam parte do movimento católico.

"Meio século de epopeia anticomunista" (Editora Vera Cruz, São Paulo — 464 páginas, mais de 150 ilustrações, inclusive a cores) é o primeiro volume da Coleção "Tudo sobre a TFP", abrindo caminho para dois outros que oportunamente virão a lume: "A TFP: o que pensa? para onde ruma?" e "Em visita ao mundo da TFP".

Visão de conjunto

O presente lançamento da TFP vem atender a um legítimo anseio do público. Com efeito, ao longo de seus vinte anos de existência a TFP tem assumido muitas atitudes públicas, referentes aos mais variados temas. Também os métodos adotados pela associação para essas tomadas de atitude têm sido variados: ora a difusão clássica através da imprensa, rádio e televisão (não poucas vezes bloqueada por "patrulhas ideológicas" facilmente identificáveis), ora a propaganda de rua para a venda de publicações ou a distribuição de manifestos, ora a coleta de donativos em favor dos necessitados.

Que saibamos, na História do Brasil nenhuma organização empregou tais métodos com tanta amplitude, tão ininterruptamente, e por tanto tempo, a ponto de eles se tornarem mesmo, aos olhos do público, a grande característica da TFP.

A multiplicidade de atitudes e de métodos cria um certo obstáculo para que o leitor mediano forme uma ideia de conjunto do que é a TFP. Para tal, encontrará ele em "Meio século de epopeia anticomunista" o histórico da luta da associação contra o comunismo, bem como uma descrição de suas metas, de sua organização e das atividades culturais e filantrópicas que realiza.

Oportunamente, e quando disponha de tempo para levar a cabo esse largo trabalho, a TFP tem a intenção de dar a público os outros dois volumes da coleção. "A TFP: o que pensa? para onde ruma?" conterá uma resenha de todas as obras e publicações — livros, manifestos, declarações, comunicados, etc. — que ela tem difundido pelo País em sucessivas edições que atingem dezenas de milhares de exemplares. No terceiro volume — "Em visita ao mundo da TFP" — a Sociedade pretende descrever mais especialmente sua organização, suas atividades culturais e filantrópicas vistas em seu labor quotidiano, e o convívio em suas sedes.

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Antes de dar uma visão genérica sobre o conteúdo da obra, parece-nos indispensável ressaltar o aspecto agradável de suas páginas, salpicadas por centenas de estandartes — notáveis pela beleza dos movimentos — e cenas simbólicas. Quando não impressionam pelo seu aspecto artístico, as fotografias atraem por seu valor histórico. Dez delas são coloridas, de primorosa apresentação.

Uma grande apreensão: uma grande esperança

No frontispício de "Meio século de epopeia anticomunista", duas frases sintetizam a grande luta narrada em suas páginas:

Uma grande apreensão: "A Rússia espalhará seus erros pelo mundo".

Uma grande esperança: "Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará".

Em síntese, o avanço comunista, de um lado; a certeza da vitória sobre ele, de outro.

Tendo por fundo de quadro essa luta grandiosa dos que são da raça da Virgem contra os que são da raça maldita da serpente — para utilizarmos a linguagem de São Luís Maria Grignion de Montfort — o livro desenrola aos olhos e à imaginação do leitor, em narração leve, não obstante a sólida e abundante documentação, 50 anos de frutificação de uma semente que caiu em terra fértil mas teve de mover pedras para poder germinar. Em duas palavras: sacrifícios e conquistas.

"Catolicismo" tem insistido frequentemente sobre a mensagem de Fátima. Ainda em nosso número anterior, publicamos o texto da terceira aparição. Sessenta e três anos após o prenúncio da Mãe de Deus na Cova da Iria, o mal não se deteve. Ao contrário, só se agravou. Nem nas terras gloriosas da velha Europa, nem nas terras novas da pujante América, nem no território querido deste grande Brasil.

A partir da Rússia, o erro comunista difundiu-se por quase todos os continentes: na Europa Oriental e boa parte da Ásia, estende-se pelo Oriente Médio e pela África adentro, e mesmo pela América.

É diante desse quadro que adquire todo sentido a luta ideológica da TFP, iniciada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira. São de seu próprio punho estas palavras cheias de significado que abrem "Meio século de epopeia anticomunista":

"Quando ainda muito jovem,

Considerei enlevado as ruínas da Cristandade,

A elas entreguei meu coração

Voltei as costas ao meu futuro

E fiz daquele passado carregado de bênçãos

O meu Porvir..."

"Quando ainda muito jovem..." Mais precisamente, foi em 1928, quando o Brasil era uma nação de segunda importância, que esse fato pequeno, mas surpreendente — até desconcertante — , determinou o despontar de uma longa epopeia, transbordante hoje para outros continentes.

Germina o progressismo, desponta a TFP

É no último capítulo de "Meio século de epopeia anticomunista" — certamente dos mais interessantes da obra, pois seu conteúdo é inédito — que se narra a pré-história da TFP, como também a germinação do progressismo nos meios católicos brasileiros. Vejamos alguns lances apenas desse capítulo rico de considerações para os historiadores que estudem essa época.

Em 1928, tudo parecia prosperar na Igreja de Deus, sob o pontificado do Santo Padre Pio Xl. O movimento católico - ou seja, o conjunto das associações religiosas e de apostolado - crescia. Dentre as associações de maior vitalidade, sobressaíam as Congregações Marianas, que atraíam no Brasil legiões inteiras de moços de todas as classes sociais, abrindo novo capítulo na vida religiosa do País.

A grande figura da Hierarquia católica do Brasil de então era D. Sebastião Leme, Arcebispo do Rio de Janeiro, o único Cardeal brasileiro. No Estado de São Paulo, cujo território formava uma só Província Eclesiástica, era figura exponencial, com merecida repercussão em todo o País, o Arcebispo D. Duarte Leopoldo e Silva.

Foi o ingresso do jovem estudante de Direito Plinio Corrêa de Oliveira para a Congregação Mariana de Santa Cecília, em São Paulo, que determinou a aglutinação de um grupo de jovens que, por sua militância, iria marcar a história do movimento católico.

Em 1933, Plinio Corrêa de Oliveira era eleito deputado à Assembleia Constituinte, sendo o candidato mais votado do Brasil. A vitória eleitoral desse congregado mariano de 24 anos, que havia pouco deixara os bancos universitários, devia-se ao apoio das entidades católicas. A recém-criada Liga Eleitoral Católica, pela qual se candidatara, passava a ser reconhecida como força política.

No mesmo ano, Plinio Corrêa de Oliveira assumia a direção do jornal católico "Legionário". Mais tarde, o Arcebispo de São Paulo lhe confiava a presidência da Junta Arquidiocesana da Ação Católica, onde passou a atuar ao lado do então Cônego Antonio de Castro Mayer.

Porém, a denúncia de desvios doutrinários nas fileiras dos movimentos de apostolado, em 1943, através do livro "Em Defesa da Ação Católica", valeu ao Prof. Plinio Corrêa de Oliveira e ao grupo do "Legionário" o ostracismo.

Esse grupo tomou novo impulso com a eleição de Dom Mayer para Bispo de Campos e a fundação deste mensário, em 1951, publicado sob sua égide episcopal. Assim, o grupo do "Legionário" transformava-se no grupo do "Catolicismo". E, organicamente, os companheiros de ideal que o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira reunira e adestrara para a luta doutrinária constituíram com ele, em 1960, a Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade — TFP.

"Esquerda católica" e agro-reformismo

Vista assim sumariamente a pré-história da TFP, narrada no último capítulo de "Meio século de epopeia anticomunista", voltemos ao início da obra.

A parte propriamente narrativa inicia-se apenas na página 68, precedida por longo e suculento elenco das atividades da associação e um breve prólogo. Este situa o leitor no início dos anos 60, quando se fundou a TFP.

O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, com outros redatores do jornal católico "Legionário", ao lado do então Arcebispo de São Paulo, D. Duarte Leopoldo e Silva

Na década que se abria, a polêmica com os chamados "católicos de esquerda" e o papel do livro "Reforma Agrária — Questão de Consciência" na criação do clima ideológico que propiciou a Revolução de março de 1964, constituem os principais lances do primeiro capítulo de "Meio século de epopeia anticomunista".

Nos anos posteriores a 1964, a opinião pública do País desmobilizou-se diante do perigo comunista, supostamente afastado para sempre.

É o segundo capítulo do livro. Na luta contra tal desmobilização, a TFP denunciou o "Arcebispo Vermelho" de Olinda e Recife, bem como uma conspiração comuno-progressista, pouco depois confirmada pela explosão do tumor da infiltração terrorista no Clero brasileiro com o envolvimento dos Frades Dominicanos no "caso Marighela".

Enquanto isso, a TFP crescia e se afirmava como um dos polos de pensamento do panorama nacional. Desse período são os monumentais abaixo-assinados de mais de um milhão de assinaturas contra o divórcio e 1.600.368 firmas pedindo a Paulo VI medidas contra a infiltração comunista na Igreja.

Do anti-anticomunismo ao furibundo estrondo publicitário

O capítulo III do livro recém-lançado pela Editora Vera Cruz (Rua Dr. Martinico Prado, 246 — 01224 — São Paulo) abrange os anos 70, marcados pela estratégia comunista da produção sistemática do anti-anticomunismo no Brasil. Mais uma vez a TFP resistiu galhardamente ao impacto dessas ofensivas, afirmando-se desse modo como a grande barreira ideológica à implantação do comunismo em nossa Pátria. Numerosas foram as suas tomadas de posição no panorama nacional e internacional.

O adversário desfechou então sua fúria contra a organização que lhe cortava os passos. O Brasil conheceu então o maior estrondo publicitário de sua História.

A primeira grande ofensiva publicitária contra a TFP ocorreu em 1975, logo após sua campanha visando impedir, pela segunda vez, a introdução do divórcio na legislação nacional. Apenas derrotadas as emendas divorcistas, desatou-se contra a Sociedade a impetuosa investida de certos meios de comunicação social. Múltiplas calúnias, como que nascidas a uma do solo, nos mais diversos pontos do País, foram difundidas por numerosos órgãos de imprensa, com repercussão em alguns meios políticos.

Houve dias em que mais de cinquenta notícias ou comentários hostis à TFP foram difundidos por jornais, rádios ou emissoras de televisão do País.

Secretário da Segurança: acusações contra a TFP são infundadas

Vencido no campo doutrinário pelo manifesto que a Sociedade fez publicar em seção livre de jornais, em legítima defesa, o adversário passou a atacar em outro campo, promovendo a instauração na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as atividades da TFP. Após acumular, durante três meses de trabalho, doze volumes de documentos, a CPI nada apurou que comprometesse a associação.

Tal lisura de procedimento aparece claramente no depoimento do então Secretário da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Coronel José Paiva Portinho, que negou fundamento a todas as suspeitas de atividades subversivas ou ilegais tão fantasiosamente levantadas contra a TFP. Em resposta por escrito à pergunta da CPI, o Secretário da Segurança gaúcho respondeu: "Sim, houve uma investigação em torno das atividades da TFP, a partir de urna entrevista havida entre mim e o Sr. Deputado Estadual Rubi Diehl, na qual a SSP (Secretaria da Segurança Pública) comprometeu-se a tal procedimento. Todavia, em que pese o esforço dispendido em tal sentido, pesquisadas todas as fontes e perquiridas as pessoas e entidades que poderiam deter informações pertinentes, nada foi apurado, resultando, assim, infundadas as acusações movidas contra a TFP, dentre as quais as que dizem respeito à arregimentação paramilitar de membros militantes, a detenção de armamento e munições, a profissão de ideologias ou métodos nazi-fascistas, bem assim como perturbação da paz e da ordem pública ou transgressão à Lei de Segurança Nacional" (Cfr. documento anexo ao Termo de Inquirição da CPI sobre a TFP, do dia 8 de outubro de 1975).

Mas antes mesmo desse pronunciamento oficial, corajosas vozes se fizeram ouvir em defesa da TFP por parte de prestigiosas autoridades militares, parlamentares e alguns jornalistas de renome.

A TV Globo entra na liça

Em 1978, novo estrondo publicitário, desta vez orquestrado pelo programa "Fantástico", da TV Globo.

D. Antonio de Castro Mayer e os Sacerdotes de sua Diocese, que com ele atuam em uníssono, sempre se destacaram na luta contra o progressismo e o comunismo. No campo religioso, são conhecidos por sua fidelidade à doutrina da Igreja e pela intransigente defesa dos princípios da Moral cristã tradicional.

Contra eles voltaram-se as câmeras da TV Globo, investindo, de início, furiosamente contra o Pe. José Olavo Pires Trindade, Vigário da pequena e simpática cidade de Miracema, na região do norte fluminense. Pouco depois, "Fantástico" ampliava seus ataques envolvendo outros Sacerdotes da Diocese de Campos, e, por fim, o próprio Sr. Bispo diocesano. Refutado pela Cúria Diocesana de Campos, o programa da TV Globo não divulgou o documento, conforme solicitava D. Antonio de Castro Mayer, em legítima defesa.

A essa altura, "Fantástico" já havia preparado o público para iniciar seus ataques à TFP, cuidadosamente focalizada na alça de mira do gigante publicitário.

Tal foi, entretanto, a inconsistência das acusações e o acerto do comunicado emitido, em sua defesa, pela TFP à imprensa, que o "Fantástico" desestufou-se logo em seguida, não passando da quarta emissão de uma série de dez programadas.

A TFP prossegue em sua marcha

Nada impediu que a TFP continuasse em sua luta ideológica pela preservação dos valores cristãos em nossa Pátria. Assim, além da difusão da Carta Pastoral "Pelo casamento indissolúvel", de D. Antonio de Castro Mayer, em 1975, a entidade difundiu, em 1976, "A Igreja ante a escalada da ameaça comunista — Apelo aos Bispos Silenciosos" (51 mil exemplares, 4 edições). Essa obra, de autoria do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, analisa quarenta anos da crise instalada na Igreja, no Brasil, pelo advento do progressismo e do "catolicismo de esquerda". No mesmo volume, o Autor apresenta um resumo do livro "A Igreja do Silêncio no Chile — A TFP andina proclama a verdade inteira".

Em 1977, a TFP já difundia outro estudo do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira: "Tribalismo indígena, ideal comuno-missionário para o Brasil no século XXI", no qual ele denuncia a neomissiologia comuno-estruturalista, oposta à obra evangelizadora dos Padres Nóbrega e Anchieta. Desse livro, 76 mil exemplares já foram vendidos em todo o Brasil pelas caravanas de propagandistas da TFP.

Enquanto isso, novas edições da obra "Acordo com o regime comunista: para a Igreja, esperança ou autodemolição?" saíam a lume, elevando a 166 mil exemplares, em 9 línguas, o total das tiragens. Esse ensaio, escrito pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, recebeu carta altamente elogiosa da Santa Sé.

Do mesmo autor, "Catolicismo" (n.° 313) publicou, em 1977, importante complementação da obra que expõe as concepções religiosas, filosóficas e sociais, bem como os princípios de ação que inspiram a TFP, suas coirmãs e congêneres de outros países: "Revolução e Contra-Revolução, vinte anos depois". Nesta são analisadas as mais recentes formas de Revolução, ou seja, o estruturalismo, o hippismo etc.

Tudo isso se desenvolveu ao par de outras atividades de caráter cívico (conferências públicas, Missas pelas vítimas do comunismo, etc.) ou filantrópico (campanha pelos favelados, Natal dos pobres, etc.), sobre as quais não nos estendemos, pois este jornal delas se tem ocupado com frequência nos últimos números.

Um dever imperioso, um convite cordial

Antes de considerar a importância da leitura de "Meio século de epopeia anticomunista", resta-nos dizer uma palavra sobre o capítulo IV: "Os fatos grandes e pequenos da vida quotidiana da TFP". É dos mais agradáveis de ler, por sua variedade e riqueza de aspectos, que permitem ao leitor perscrutar facetas desconhecidas e insuspeitadas da associação e de seus membros. Aí se encontram a promoção de grandes conferências, as relações da entidade com personalidades e movimentos nacionais ou internacionais, como também peregrinações, congressos e feitos gloriosos.

Uma pergunta final: por que desejou a TFP reunir em um volume sua história e o conjunto de suas atividades?

Além dos estrondos publicitários desfechados ciclicamente contra a TFP, esta entidade é alvo também de uma disseminação de insinuações malévolas, de visões facciosas e unilaterais, quando não das calúnias mais absurdas, transmitidas verbalmente. E que têm, não raras vezes, por veículo típico o cochicho.

Nesse magma de versões distorcidas, é fácil notar contradições flagrantes, que sugerem a ideia de focos de irradiação múltiplos e até opostos uns aos outros. Tal impressão, entretanto, parece incompatível com o fato de que versões totalmente infundadas e inverossímeis aparecem, por vezes, simultaneamente em pontos muito diversos do território nacional. Isso sem nenhum nexo com qualquer atitude recente da TFP.

Seja qual for a explicação real que se deva dar ao singular fenômeno, a TFP julgou útil, para desfazer esse emaranhado de falsidades, publicar uma obra com todas as informações objetivas que um leitor possa desejar sobre sua história, seus objetivos, seus métodos e sua organização.

Publicado o livro, qualquer brasileiro a quem se fale contra a TFP estará no dever de o consultar antes de formar um juízo sobre o assunto. E estará no direito de perguntar ao detrator se, por sua vez, também ele leu "Meio século de epopeia anticomunista", bem como o que ele opina a respeito.

A displicência ou a omissão nesta matéria redundam em unilateralidade e injustiça.

Convidamos, pois, nossos leitores a conhecer mais profundamente a TFP, sua epopeia, suas apreensões e suas imensas esperanças.

O Arcebispo D. José Gaspar de Affonseca e Silva empossa a Junta Arquidiocesana da Ação Católica. Faz uso da palavra o Cônego Antonio de Castro Mayer, Assistente Geral da Ação Católica. À direita, o Presidente da Junta, Prof. Plinio Corrêa de Oliveira.

O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, com outros redatores do jornal católico “Legionário”, ao lado do então Arcebispo de São Paulo, D. Duarte Leopoldo e Silva

As obras de TFP são divulgadas em todo o hinterland brasileiro pelas caravanas de seus propagandistas