BYD prevê falência em massa de montadoras de carros na China
Haverá falências em massa de montadoras de carros elétricos na China, julga a BYD, multinacional chinesa. Para ela, só ficarão umas 15 das quase 100 atuais. Elas já foram mais de 500, inchadas por subsídios do regime marxista, ávido de abocanhar o mercado dos carros elétricos que a agenda ambientalista da ONU quer impor. Os EUA proibiram a entrada de marcas chinesas e a União Europeia aumentou tarifas de importação.
No Brasil, prejudicando a indústria nacional, 92% desses carros vendidos em 2025 foram chineses, embora esse mercado tenha retraído em 51%.
Dinamarca compra armas de longo alcance pensando na Rússia
A pequena Dinamarca vai adquirir pela primeira vez armas de longo alcance. A primeira-ministra Mette Frederiksen [foto acima] explicou que é uma resposta a Putin, salientando que “não há dúvida de que a Rússia será uma ameaça à Europa por muitos anos” e que “não somos nós que estamos atacando. É a Rússia”. Vladimir Barbin, embaixador russo em Copenhague, tratou o anúncio de “pura loucura” e de ameaça aberta a Moscou. Há um crescente aumento de gastos militares na Europa em face das tensões alimentadas pelo Kremlin.
Submarinos do narcotráfico na Amazônia
Portugal capturou mais um semi-submersível que levava mais de uma tonelada de cocaína para Lisboa, pilotado por narcotraficantes sul-americanos. Os semi-submersíveis são armados nas florestas dos países amazônicos. Em 15 anos, a Marinha equatoriana apreendeu uma dúzia deles no Pacífico. Os EUA afundaram vários barcos do narcotráfico no Caribe, mas seria só uma pequena fração deles. A narcoguerrilha está intimamente associada a governos e partidos socialistas, formando exércitos clandestinos que são o mais novo rosto do comunismo que ameaça as Américas.
Sofisticada espionagem cibernética chinesa
A Sentinel Labs, especialista em crimes cibernéticos, revelou a existência de uma desenvolvida rede chinesa de espionagem que usa empresas, hackers e ligações governamentais. O relatório “Seda tecida por Hafnium” (empresa chinesa) mostra que as operações são pagas pelo Estado comunista. As ferramentas identificadas podem espionar funcionários do governo, roubar propriedade intelectual de empresas, rastrear dissidentes e jornalistas ou realizar vigilância sobre cidadãos estrangeiros, incluindo religiosos que criticam a China, relatou o site Bitter Winter.