Atroz “purga” na Rússia do ditador Putin
O ministro de Relações Exteriores russo, Serguei Lavrov (foto), louvou a guerra, porque “purga” a Rússia. Ele ecoou o que disse Putin em 2022: “O povo russo sempre reconhecerá a escória e os traidores, cuspi-los-á como se cuspiria uma mosca que entra na boca”. Ambos viram a morte dezenas de “oligarcas”, militares e dissidentes, bem como o exílio de mais de um milhão de cidadãos, fugitivos da “moedora de carne” da Ucrânia. Contudo, os deputados putinistas pedem punir ainda mais os críticos da invasão do país vizinho.
Guerra em Taiwan ainda neste ano?
Taiwan repudia o comunismo chinês, mas teme uma invasão. Após Hong Kong ser pisado pela ditadura de Pequim, não acredita na fórmula “um país, dois sistemas”. Para 2024 teme-se uma escalada bélica, porque Taiwan produz mais de 80% dos chips do mundo e os EUA não querem que essa máquina industrial caia em mãos marxistas. Do outro lado, uma lei autoriza Xi Jinping a fazer uma guerra de anexação da ilha, que o elevaria ao patamar dos deuses (ou demônios?) marxistas. Então acena com uma grande guerra que afetaria até o último canto do mundo.
Tiros, droga em submarino, PCC e piratas nos rios da Amazônia
Piratas, milícias e facções disputam o controle de um “labirinto de rios” nos dois maiores estados amazônicos para traficar drogas e armas com países europeus, africanos e asiáticos. Além do PCC e do Comando Vermelho, há grupos peruanos e colombianos a serviço de redes internacionais apoiadas por governos de esquerda. A Polícia Civil do Pará apreendeu um submarino de 20 metros que estava sendo construído num estaleiro no rio Guajará-Mirim, para o contrabando internacional de drogas.
Japão, com passado militar, fica sem soldados
O controle da natalidade e o pacifismo afundam psicologicamente o Japão. Esse país outrora guerreiro, que criou a moderna fragata Noshiro, não tem marinheiros para tripulá-la. Sua população encolhe, um terço dela supera os 65 anos, os nascimentos diminuíram rapidamente e suas Forças Armadas não reúnem o contingente mínimo para se defenderem numa guerra. Mas como a ameaça da China reanima o patriotismo japonês, essas tendências opostas põem em dúvida se o Japão barrará a agressão comunista que se vislumbra no horizonte.
Califórnia perde as ilusões com a energia solar
Diminui a instalação de painéis de energia solar na Califórnia. Os proprietários das casas se afastam deles, gerando crise nas empresas engajadas no que se dizia ser o futuro. Essa “energia alternativa” progredia devido aos subsídios estaduais, que agora não vêm como antes. As empresas então migram ou fecham porque não lucram mais com o subsídio tirado de taxas para “salvar o planeta”. O fim desse “sistema virtuoso verde” terá efeito nacional porque muitos estados seguem o modelo californiano.
Até ratos se viciam tirando selfies
O fotógrafo parisiense Augustin Lignier baseou-se no famoso behaviorista B.F. Skinner em testes com ratos. Lignier dava-lhes comida, drogas ou um prazeroso choque elétrico leve ao puxarem uma alavanca. Então, uma câmera os flagrava e exibia suas fotos numa tela onde os roedores podiam se ver. Eles se afeiçoaram tanto às selfies que passaram a ignorar o açúcar para tirar mais. Lignier disse que “as empresas de mídia digital e social se utilizam do mesmo conceito para manter a atenção do espectador”. Certos médicos compararam a obsessão humana pelas selfies com a desses roedores.
Falências chinesas vão causar efeito dominó mundial?
Um tribunal de Hong Kong mandou liquidar o gigante imobiliário chinês Evergrande, abrindo longo e intrincado processo. As dívidas da empresa somam US$ 330 bilhões, mas a maior parte de seus ativos está na China continental, onde a Justiça depende do arbítrio do Partido Comunista. A Evergrande vivia dos subsídios do regime, que agora quer voltar ao “comunismo originário” e para isso fecha a torneira do dinheiro às empresas. A disputa jurídica pode ser caótica e detonar um efeito dominó em outras grandes firmas chinesas e abalar a economia mundial.
‘Bumerangue’ providencial castigou russos no inverno
Milhares de russos ficaram sem aquecimento no rigoroso inverno 2023-2024. A calefação coletiva falhou em todo o país. Caldeiras quebraram, canos estouraram, e as vítimas se reuniam em torno de fogueiras. Russos e ucranianos viram nisso uma punição providencial atraída pelo ditador Putin, que mandou bombardear os sistemas de energia da Ucrânia, achando que o país não suportaria o frio e capitularia. A Ucrânia resistiu patriótica e religiosamente. Agora, um ‘bumerangue’ providencial atingiu a Rússia com recordes de frio e
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