“Não te é lícito!”
Nunca imaginei que teria a tristeza de assistir esse dia negro da história, a data da assinatura do Papa Francisco ao documento Fiducia Supplicans divulgado pelo cardeal argentino Fernandez no dia 18 de dezembro. Como católico me sinto traído com esse triste fato: o Vaticano entregando os pontos e acatando as absurdas reivindicações de movimentos homossexuais, como a “bênção” aos “casais” constituídos entre homem e homem e entre mulher e mulher. Questão claramente condenada pelas Leis de Deus. Se o Vaticano não acata as Leis de Deus, como vou eu acatar as leis do Vaticano? Jamais! Como católico não posso acatar o que é ilícito! Desejo, com a graça de Deus, ser sempre fiel ao que Ele nos deixou ensinado nos Evangelhos e quero rejeitar tudo quanto Ele condenou. Confortou-me tomar conhecimento de bispos que saíram a público condenando o documento do cardeal Fernandez, que não vão acatar a recomendação dele, pois, além de contradizer o ensino da Igreja, escandalizaria seus paroquianos. Rezo para que o Vaticano volte atrás e “rasgue” a declaração Fiducia Supplicans. Faria um grandíssimo bem a todas as famílias constituídas conforme o Evangelho, ou seja, entre um homem e uma mulher. Precisamos pedir a Deus que nos envie homens do porte de um São João Batista que tenha a coragem de dizer ao Vaticano: “Não te é lícito!”.
(N.G.V. — DF)
Escândalo é aprovar o pecado
Tenho todo respeito ao Papa, tanto ao atual quanto aos anteriores, mas o Papa não é um semideus e nem é um anjo do Céu, ele é um homem e como todos pode cometer erros e todos nós temos o direito de discordar dos erros, evidentemente. Prefiro seguir o que Nosso Senhor Jesus Cristo ensinou a aquilo que um Papa ensina, pois não é inerrante. Então se algum conhecido (como me aconteceu com um sobrinho) me perguntar sobre a bênção “autorizada” aos pares homossexuais, não cometo escândalo criticando a autoridade e dizendo que a Igreja não pode dar tal bênção. Escândalo eu cometeria se omitisse, pois meu silêncio poderia ser interpretado como uma aprovação a um pecado muito grave, aprovação a um “casamento” homossexual.
(J.A.J.V. — DF)
A Lei de Deus é imutável
É tão evidente que não se pode abençoar qualquer ato contra a natureza, contrário à Lei de Deus e à Lei Natural, que ao tomar conhecimento que o Cardeal Manuel Fernandez havia dito que sim, que se poderia abençoar, por exemplo, uma dupla de pessoas do mesmo sexo, eu não quis acreditar e disse “deve ser fake-news”. Mas, no dia seguinte, toda a mídia estava noticiando e confirmando o dito escandaloso. Vamos implorar aos Céus que intervenha na Igreja para que logo venha a brilhar novamente seu ensinamento inalterado, a integridade da fé e da doutrina católica, que não muda com os tempos.
(M.J.A.N. — RJ)
Abençoar atos pecaminosos?
Pensei que somente os católicos conservadores e tradicionalistas rejeitavam a proposta do Cardeal Fernandez/Papa Francisco de dar a bênção da Igreja aos homossexuais. Enganei-me. No domingo passado, conversando com católico considerado bem progressista/modernista, se mostrou chocado com aquela proposta. “Não é possível! Isso é por demais inaceitável! E não adianta falar que a bênção é individual para o homem ou a mulher, homossexuais, pois todo mundo está entendendo o sentido que eles deram, que é abençoar o pecado”. Foram mais ou menos estas as palavras do cato-progressista, não estou exagerando. Se quiserem, podem até publicar, e se ele ler não vai reclamar não. Ele falou também dos bispos da África que estão meio revoltados com o Cardeal Fernandez. Peço orações pela conversão desse amigo, apesar de progressista. Vendo um cardeal defendendo heresia, um dia meu amigo será um “ex-progressista”, uma vez que ele tem boa intenção de não querer seguir uma Igreja que não seja realmente católica.
(V.O.D. — MS)
“Vai e não tornes a pecar”
Eu entenderia dar uma bênção a alguém que tenha cometido o pecado de sodomia e, arrependido e se confessado, peça uma bênção e o padre concede e usa as palavras de Jesus à mulher adúltera: “Vai e não tornes a pecar”. Ou, segundo São Lucas “se não vos arrependerdes, todos perecereis”. Mas dar a bênção a uma dupla do mesmo sexo e os dois saem de braços dados, indo para não sei onde para continuar no estado de pecado, é inconcebível. Um verdadeiro absurdo. E o fato de não conceder a bênção, não é discriminação, é incentivo para o arrependimento e a emenda de vida para não mais transgredir a ordem natural.
(H.C.E.M. — CE)
Quebra do horror ao pecado
Acompanhei com toda atenção a exposição feita por José Antonio Ureta no seu artigo sobre o documento Fiducia Supplicans. Aqui registro a impressão que me causou. Com o Decálogo bem impregnado na alma católica, o horror ao pecado é uma consciência que marca praticamente todos os cristãos, como no caso de que a violação do 6º Mandamento é uma afronta a Deus. Parece-me justamente que os ideólogos do movimento homossexual pretendem que se mude essa consciência que a generalidade das pessoas tem de homossexualismo e que inclusive o clero mude sua noção católica de moralidade. O objetivo deles é caminhar para que essa mudança aconteça, para que não se tenha mais horror aos atos desordenados contrários à natureza.
(E.J.U. — SP)
Alma católica e admirativa
Gostei muito do texto sobre a “brasilidade”. Maravilhoso! Como brasileiro fiquei entusiasmado e transbordando de alegria, pois explica muito a nossa alma nacional católica e admirativa. Como mineiro, descendente de portugueses, considero a “intercambialidade”, de que fala o Dr. Plinio, exatamente como ele explicitou quanto a influenciarmos e receber influências de outros povos com características e costumes diferentes dos nossos. Gostaria também de pedir a vocês mais textos com essa visão do Brasil autêntico. Agradeço antecipadamente.
C.S.D. — MG)
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