esposa do general comandante das tropas alemãs enviadas pelo Duque Brunswick como auxiliares do exército inglês para tentar impedir a independência dos Estados Unidos.
Convém destacar que, a partir de 1982, iniciou-se a tradição de erguer na Praça de São Pedro, em Roma, uma enorme árvore de Natal, doada cada ano por um país diferente.
Brasil: tradição vinda da Europa
E como a árvore de Natal chegou ao Brasil? Alguns dizem que foi através de Dona Leopoldina, Arquiduquesa da Áustria e esposa do Imperador Dom Pedro I. Ela teria instalado a primeira árvore de Natal no Palácio da Boa Vista. Embora isso possa ser verdade, não consta que o costume tenha se difundido muito, continuando a predominar entre nós aquele dos países do sul da Europa, de privilegiar o presépio.
Mais realista é supor duas origens paralelas. De um lado, com a difusão das árvores de Natal a partir dos paços reais, palácios e mansões da aristocracia e da alta burguesia europeias, é possível que durante a segunda metade do século XIX as famílias da aristocracia brasileira — que viajavam muito à Europa e seguiam a moda europeia — importaram o costume para as nossas terras, e provavelmente também as decorações.
De outro lado, é certo que os imigrantes alemães que se fixaram no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia não somente trouxeram as receitas natalinas e a Coroa de Advento, mas também as árvores de Natal, difundindo-as nas demais classes sociais.
O certo é que por mais de um século as crianças brasileiras têm se encantado com as árvores de Natal, nutriente de sua inocência ao ajudá-las, por essa via, a aceitar com simplicidade e alegria as maravilhosas verdades da Fé, especialmente o dogma da Encarnação do Deus que se fez homem e nasceu de uma Virgem numa noite fria na Gruta de Belém.
Beato Urbano V, Papa e Confessor
Plinio Maria Solimeo
De uma família de cavaleiros, foi notável canonista e grande patrono das letras. Fundou universidades, combateu a corrupção e a simonia, convocou sínodos e pregou cruzada.
Nascido no ano de 1310 em Grisac, no Languedoc, França, numa família de cavaleiros, Guilherme de Grimoard era o segundo filho de Guillaume de Grimoard, senhor de Bellegarde, e de Amphélise de Montferrand. Educou-se em Montpelier e Toulouse, depois ingressou no mosteiro beneditino de Chirac, que dependia da antiga Abadia de São Victor, nos arredores de Marselha, onde fez seu noviciado e proferiu os votos monásticos. Mas foi em Chirac que recebeu a ordenação sacerdotal, em 1334.
Homem de penitência, obediente ao regime monástico até a morte, o amor pela Ordem