Articulação Brasil Revista Catolicismo e acervo
Visão da Edição Catolicismo nº 318 | página 06-07

A FUMAÇA DE SATANÁS NO TEMPLO DE DEUS

W. G. S.

A violência comunista anticatólica no Vietnã é de longa data conhecida. Desde o extermínio de aldeias inteiras de população católica, durante o governo do presidente Ngo Dinh Diem, até as atrocidades frequentemente relatadas em nossos dias por jornalistas e testemunhas oculares que conheceram os campos de «reeducação» marxistas.

A esse regime cruel, ateu e visceralmente contrário à Religião católica, o Arcebispo de Saigon, D. Nguyen Van Binh, oferece decididamente seu apoio, coadjuvado por eclesiásticos e leigos «progressistas». Assim, foi com o sorriso nos lábios que Freiras carregaram cartazes de Ho Chi Minh ao lado de soldados do regime marxista, durante as comemorações do primeiro aniversário deste. O próprio D. Van Binh ostenta retrato do falecido chefe comunista do Vietnã acima de seu brasão episcopal. Os representantes da vítima homenageiam desse modo o algoz.

Que recompensa recebeu o Arcebispo de Saigon por tal atitude?

Ao fazer contristados estas observações, baseadas em fatos públicos e notórios, nosso objetivo consiste exclusivamente em alertar os leitores de Catolicismo para esta imensa crise que se alastrou em setores de grande influência e importância da Igreja Católica nos mais diversos países.

Entretanto, não temos em vista com isto estender tais considerações a toda a Igreja Católica em nossos dias, nem a todos os membros do Clero secular e regular, como também à totalidade das religiosas.

A revista Informations Catholiques Internationales (março de 1977), insuspeita porque progressista, informa que após serem feitas essas concessões inconcebíveis a Igreja não goza de maior liberdade no Vietnã. O próprio Bispo-coadjutor de D. Van Binh é mantido sob regime de vigilância e suspeição, o que parece um indício de que nem todos os membros do Clero vietnamita assumiram uma posição de colaboração com o marxismo, a exemplo do Arcebispo Van Binh, na linha da observação feita por nós acima. Os missionários estrangeiros foram expulsos do país. Cerca de 300 Padres, que constituem por volta de um quarto do Clero vietnamita, estariam confinados nos campos de «reeducação» marxista. Todas às atividades religiosas, incluindo sermões, são vigiadas. As Religiosas só podem trabalhar em escolas e hospitais sob condição de não falar em caridade cristã.

É espantoso o contraste entre a atitude do Arcebispo de Saigon e a de certos Bispos brasileiros. Lá, como norma geral, tanta cordura, tanta docilidade em relação ao regime que oprime a Santa Igreja. Aqui, com frequência, tanta fogosidade e agitação a serviço de um suspeito idealismo, em geral sempre útil à seita de Marx! Lá, caminha-se alegremente para o aniquilamento da Fé. Aqui, levanta-se uma verdadeira tempestade de protestos a propósito de um caso ou outro de excesso na repressão antisubversiva, suposto ou real.

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Em nosso Continente, a infiltração comunista na Igreja parece ser não menos grave. Segundo a revista norte-americana Time, em sua edição de 15-11-1976, 500 Sacerdotes colombianos enviaram petição ao Vaticano acusando seus Bispos de «estarem aliados ao explorador contra o explorado». O Pe. Saturnino Sepúlveda, chefe do grupo de orientação marxista Sacerdotes para a América Latina, declarou: «Eu vejo Jesus Cristo como o secretário-geral do primeiro partido comunista».

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Na Tchecoslováquia, a submissão da Hierarquia «católica» ao regime comunista apresenta-se em toda a sua nudez.

Dirigentes da Faculdade Teológica São Lino e São Metódio, diretores da Associação Santo Alberto e da Caritas tcheca e eslovaca, declararam-se indignados contra os dissidentes signatários da tão comentada «Carta 77». Como se recorda, o que os dissidentes (que nem sequer são anticomunistas, mas comunistas que desejam maior liberdade) ousavam solicitar ao regime de Praga era o simples cumprimento de cláusulas do tratado de Helsinque, firmado por Moscou, mas jamais observado pela Rússia e seus satélites.

Entretanto, nem esse mínimo de liberdade reclamado pelos próprios marxistas foi do agrado de autoridades eclesiásticas da Tchecoslováquia. Em seu pronunciamento, afirmam que não favorecerão iniciativas que procuram agitar «as águas tranquilas de nossa vida civil, das relações humanas e da convivência pacífica». Pelo contrário, a Hierarquia eclesiástica declara que ensinará a seus fiéis «a se darem conta do bem que nossa sociedade socialista cria para a felicidade do homem». E, «como membros da Igreja, estamos convencidos de que assim agimos bem, e prestamos um serviço aos interesses da Igreja e de nossa pátria socialista, contribuindo para melhorar as relações entre a Igreja e o Estado socialista» (Cf. Katolicke Noviny, Bratislava, 23-1-1977).

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Os dirigentes da Caritas tcheca, por sua vez, classificam a «Carta 77» de «panfleto difamatório» contra a República Socialista Tcheca e proclamam: «Não deixaremos desorganizar a república! Nosso povo caminha pela [...] estrada da sólida amizade com a União Soviética e com as demais nações socialistas» (Cf. Katolicke Noviny, Praga, 23-11977).

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Antigamente as crianças aprendiam nas primeiras lições de catecismo que a Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana é a única verdadeira, fora dela não havendo salvação. Hoje a agência noticiosa Fides, do Vaticano, (23-6-76), divulga com a maior naturalidade notícias como esta:

«O Pe. Anthony Fernando C.M.I., originário do Ceilão [atual Sri Lanka], é o primeiro Padre católico que ensinará budismo na Universidade Nacional Cingaleza. O Pe Fernando formou-se na Universidade Gregoriana de Roma, na Universidade budista do Ceilão e no Instituto Católico de Paris. Desde 1961 ensina budismo e catequese no Seminário nacional de Kandy»

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Nos Estados Unidos, o Pe. T. Coyle, da Universidade de Wisconsin, concelebrou missa com uma «sacerdotisa» da Igreja Anglicana. A Sra. A. Campbell revestia-se dos paramentos sagrados, fez um sermão sobre a libertação, elevou a hóstia na consagração etc. A notícia foi divulgada pela revista Introibo, da França (jul/ 1976).


Escrevem os leitores

Prof. Pe. Pedro Teixeira Pereira, Belo Horizonte (MG): «É uma alta imprensa, clássica, séria, digna. Votos que não parem: peço a São Francisco de Sales lhes dê sempre o vigor, a prudência, o respeito, a firmeza. Sou admirador do Exmo. Sr. Dr. Plínio Corrêa de Oliveira. Já o ouvi na Lapa (SP). Outros, não conheço».

Madre Maria Ódila Maroja, O.S.B., Bom Jardim (PE): «CATOLICISMO é o grande mensageiro da Verdade. Deus abençõe os que o fazem».

«Letras em marcha» — Cultura e noticiário militar, fevereiro/77: «Recebemos e agradecemos o jornal CATOLICISMO, editado em São Paulo e que se constitui num dos melhores, mais inteligentes e profícuos órgãos anticomunistas e representativo da Igreja que aprendemos a respeitar e fazer nossa».

Sr. José Gomes Cardoso, Avaré (SP): «Impertérrito denunciante dos falsos católicos, dos vendilhões da pátria e maus democratas, [...].

Sr. Iulo Brandão, Campinas (SP): «O CATOLICISMO é, a meu ver, um verdadeiro e indispensável baluarte nesta crise brutal que ameaça a Igreja».

Sr. Antonio Hoinaski, Ponta Grossa (PR): «Ótimo jornal, pois é um verdadeiro baluarte contra o progressismo e o comunismo, os piores inimigos da Igreja Apostólica Romana».

D. Ivone Miranda, Porciúncula (RJ): «Eu estou satisfeita, fico conhecendo muitas coisas que ignorava a respeito da Igreja e do comunismo».

Sr. Miguel Strazzer, Castro (PR): «(CATOLICISMO é) muito bom, e peço a Deus que continue nessa linha para que tenhamos, ao menos, um jornal à altura da nossa convicção. Parabéns».

Sr. João Evangelista Bueno, Piracicaba (SP): «Se me permitem, uma sugestão: publicar em CATOLICISMO, de forma didática e sintética, os principais argumentos contra a doutrina comunista, tendo em vista, principalmente a classe e juventude estudantil, das nossas Universidades. Ter em vista que os universitários brasileiros desconhecem completamente os estudos filosóficos e conhecem muito por alto a doutrina cristã e a própria Religião católica, sendo, por isso mesmo, presas fáceis de ardorosos e astuciosos líderes estudantis e pseudo-estudantis, alguns até treinados em Cuba, na Rússia ou em países comunistas, os quais empregam chavões, fórmulas ou frases feitas, tudo muito bem decorado, causando assim viva impressão nas mentes descuidadas e despreparadas dos nossos jovens».

Nota da Redação: Anotamos a sugestão. Em todo caso, os «Diálogos Sociais» que publicamos em nossas edições de março, junho e julho de 1968 (n.os 307, 310 e 311 respectivamente) talvez atendam em parte a seu pedido. Escritos em linguagem acessível e editados em forma de opúsculos, foram eles largamente divulgados por todo o Brasil (300 mil exemplares) pelas caravanas da TFP. Já encaminhamos a V.Sa. exemplares desses três opúsculos.

Associação das Senhoras da Caridade de São Vicente de Paula, Fortaleza (CE): «Como dirigentes da Associação das Senhoras da Caridade de São Vicente de Paulo de Fortaleza, confiantes nos dirigimos a V.Sa., para um pedido.

Este ano, em julho, nos dias 18, 19 e 20, realizar-se-á em nossa Sede, o VI Encontro Nacional da Caridade, para o qual muito estamos nos empenhando.

Pois, ao lado da Exposição da Medalha Milagrosa que organizamos desde dezembro/76, na abertura do Ano Centenário da morte de Catarina Labouré, queremos enriquecer a «Coleção dos Títulos de Nossa Senhora». Aliás, o artigo de «CATOLICISMO», de fevereiro sobre a Medalha Milagrosa, honra a nossa pequena Exposição, no Salão-Capela da Sede).

Antigas assinantes que somos de CATOLICISMO e admiradoras da perfeição da montagem, da clareza das argumentações e da beleza das estampas da Virgem Maria, piedosamente publicadas ao longo das edições deste jornal, pedimos encarecidamente a V.Sa., que nos envie fotos de Nossa Senhora, para o motivo acima citado.

Confiamos, portanto, no acendrado amor à Excelsa Virgem que anima su'alma de combatente da TFP que nos dê este precioso auxílio, porque muito pouco conseguimos a respeito». Laysce Severiano Bomfim, Vice-Presidente e Allanisa Barbosa Gondim, Presidente.


GRAND CONDÉ: VOCAÇÃO MILITAR REALIZADA

O que move o homem em nossos dias?

Trabalha-se, esforça-se e luta-se à procura de um fim que, encontrado, justificará todos os padecimentos: isto é o realizar-se.

Essa palavra vaga é no entanto a mola propulsora do mundo hodierno. Procura-se prestígio, carreira, dinheiro e amizades. Insatisfeito, cada um procura realizar-se na imitação dos modelos que considera bem sucedidos.

Como evitar as desilusões dessa busca enganosa? Onde está verdadeiramente a realização?

É o que procuraremos ilustrar nesta página, analisando, a título de exemplo, alguns lances da vida de um homem que se pode considerar realizado na carreira militar, pois é considerado um dos maiores generais de todos os tempos: o Príncipe Luís II de Bourbon, chamado o Grand Condé.

* * *

Primavera de 1643. Em frente à fortaleza de Rocroi, entre escuras nuvens de pólvora, a cavalaria francesa e os tercios (antigos regimentos) espanhóis estão engajados num amplexo de morte. A fumaça da mosquetaria encobre quase todo o campo e se estende a perder de vista. O estrondo da batalha é ensurdecedor.

Sobre uma colina, destaca-se um jovem que detém a carreira de seu corcel branco. Por algum tempo, olha atentamente o campo de batalha, procurando discernir o estado do embate. Um curto bastão recoberto de veludo lilás, sobre o qual se notam flores de lis douradas em relevo, o identifica como marechal de França, apesar de sua pouca idade: 22 anos! Ágil, de porte altivo, veste roupas de seda clara, couraça, rendas e botas altas, segundo o costume da época. Leva na cabeça um chapéu de feltro com grandes plumas brancas, em lugar do elmo que recusara antes da batalha, pois o penacho mais facilmente o identifica durante o combate. O grande nariz curvo em bico de águia o caracteriza como um Bourbon: é o Duque d'Enghien, futuro príncipe de Condé. Seus olhos claros, de lampejos de aço, denotam um espírito capaz de compreender num relance as situações mais complexas e de tomar as decisões geniais que o tornaram célebre.

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Quando as nuvens de pólvora se dissipam, ele pôde ver o entrechoque dos dois exércitos. Apesar da bem calculada investida que acaba de lançar sobre a ala esquerda dos espanhóis, o desfecho pode ser trágico. Lá, no outro lado do campo, os inimigos avançam destroçando as linhas francesas que começam a se dispersar em desordem. Parecem ainda ressoar aos ouvidos do jovem marechal as palavras de seus conselheiros, na noite anterior: «Mas, o que será de nós se perdermos a batalha?» — «Isso não me preocupa», respondera com altivez, «pois morrerei antes».

Não há tempo a perder! Com firme decisão, lança seu cavalo a rédeas soltas, fazendo-se seguir pela fina flor da cavalaria francesa.

Na ala esquerda de suas tropas, a situação é desesperadora. Já perderam dois canhões e todo esforço para conter a avalanche das fileiras inimigas parece inútil. As armas hispânicas fendem toda resistência. Quando a retirada começa a ser geral, surge por trás da floresta de alabardas inimigas o penacho branco de Condé. Num contra-ataque pela retaguarda, ele desconcerta os espanhóis. Mas os valorosos tercios conseguem recompor a ordem em pouco tempo e oferecem cerrada resistência, rechaçando a cavalaria francesa. Esta investe uma vez mais contra a muralha indomável, mas as descargas dos mosquetes lhe detém novamente o ímpeto. Dessa vez a chuva de chumbo é tão feroz que o cavalo do Duque d'Enghien cai morto debaixo dele e um projétil amassa-lhe a couraça.

Com sua tenacidade e bravura características, monta outro ginete que lhe oferecem e, à frente de sua cavalaria, voa outra vez sobre as alabardas espanholas. Desta feita a fogosidade do embate é tal que os tercios acabam por ceder e se dispersam Perseguidos pela cavalaria. Em pouco tempo, a debandada seria geral e a derrota espanhola, completa.

O jovem Duque d'Enghien, que nunca havia exercido anteriormente o comando de uma batalha, soubera impor-se a um inimigo mais poderoso. A vitória de Rocroi ficaria registrada na História universal como um dos mais belos feitos militares. E entre as obras de arte, ficaria imortalizada pelo magnífico quadro do conhecido pintor da História francesa, François-Joseph Heim, pintura que reproduzimos acima. O artista focalizou com maestria o gesto do jovem Duque contendo sua cavalaria, no fim da batalha, a fim de evitar uma carnificina nas hostes espanholas, que já haviam se rendido. Gesto que revela, ao mesmo tempo, altaneria, serenidade, elegância e superior magnanimidade de espírito.

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O que teria movido Condé a uma proeza como a descrita?

Por certo não foi o egoísmo, pouco propenso a desafiar a morte. Condé viu algo superior a si. Tão superior, que sacrificou tudo por esse valor absoluto, sem vacilar.

Lançou-se à luta como o primeiro dos soldados, e era marechal de França. Arriscou-se como se tivesse tudo que ganhar... e tinha tudo para perder!

Mas, que valor absoluto foi esse que Condé vislumbrou?

Algo da beleza do gesto e da proeza que ele próprio estava realizando. A beleza de, sendo marechal, jogar-se no risco como uma vítima que se atira ao holocausto. Desse modo, Condé viveu um dos grandes momentos de sua existência. Ele poderia dizer: «Não importa que a História guarde ou não meu nome. Importa-me que, em determinado momento, eu, por assim dizer, me transformei em heroísmo e risco puro. Eu vivi o risco; eu «fui» risco, e por isso, «fui» vitória». Sim. Foi vitória porque soube admirar um valor absoluto que, em última análise, existia em Deus. Ele soube compreender esse momento de holocausto, em que a vida e a morte estão juntas e quase se mesclam, com todo o esplendor da vida e toda a majestade soturna da morte.

* * *

Essa atitude de alma não foi um gesto isolado na vida de Condé, mas um traço característico de sua personalidade.

Um ano após a batalha de Rocroi, ele enfrentava as hostes alemãs em Friburgo. Vendo-as irredutíveis, lança, num gesto legendário, seu bastão de marechal por cima dos adversários e grita a seus soldados: «Vamos apanhá-lo!» E desaba com seu cavalo sobre o inimigo, arrastando atrás de si um furor de vitória.

De um relance, ele viu o marechalato, viu a glória da Casa de Condé, viu a honra da França, viu a beleza do risco. Só um pensamento pode tê-lo movido: «Eu arriscarei tudo por tudo. Quem não for capaz de recuperar este símbolo, não é capaz de vencer. Jogo meu bastão de marechal, e atrás dele vai toda a minha glória militar.A vencer sem perigo, triunfa-se sem glória (*). Vamos lá». E arriscou-se...

Sem deixar-se assumir pela beleza e pelo simbólico do gesto, como poderia ele ter realizado a proeza? Como poderia executar o gesto sem lhe compreender o valor? Condé viu ali um absoluto representado em seu bastão e em sua própria pessoa. E viu-se chamado à doação de si mesmo, ao holocausto àquilo que ele representava naquele momento. A beleza desse valor transcendente assumiu-o, tomou-o por inteiro, e ele se lançou. Nesse momento, ele se sentia realizado na verdadeira acepção do termo, atingia a plenitude de si mesmo. Por isso, seu gesto impressiona e a História o tornou imortal como o Grand Condé.

(*) Le Cid — Pierre Corneille, Librairie Larousse, Paris, 1959, ato II, cena III, v. 434, pág. 48. Mosqueteiro francês