Articulação Brasil Revista Catolicismo e acervo
Visão da Edição Catolicismo nº 882 | página 28-29
| MATÉRIA DE CAPA | (continuação)

“DEVIL PRAY”

“O diabo reza” é o abominável título de uma composição feita pela referida pornocantora americana Madona para o seu 13º álbum.
A letra musical, além de tratar do tema das drogas, pecados, tentações, Deus e salvação eterna, tem também conotações diabólicas, como se pode constatar neste trecho da canção:


O diabo está aqui para enganar você
Mãe Maria, você não pode me ajudar?
Porque eu estou fora do caminho
Todos os anjos que estavam ao meu redor
Já voaram para longe
O chão sob meus pés está ficando mais quente
Lúcifer está próximo
Segurando as pontas, mas eu estou ficando mais fraca
Me veja desaparecer
E nós podemos usar drogas.


Causou euforia em certo público e muita indignação em outro, a realização na Praia de Copacabana, no primeiro sábado do mês de maio, do show da pornocantora “Madonna”.

Trata-se de uma americana de terceira idade, cujo objetivo na vida parece ser o de ultrajar Nossa Senhora, utilizando não só seu Nome, mas apresentando-se muitas vezes, de modo blasfemo e sacrílego, em trajes que lembram as vestimentas da Santíssima Virgem. Já ousou também ultrajar seu divino Filho, apresentando-se crucificada como Jesus Cristo. Seus trajes são com frequência negros, lembrando o mundo satânico, misturados com símbolos católicos, fazendo uma paródia da Religião [vide quadro ao lado].

Entre centenas de manchetes, selecionei apenas algumas para transcrever aqui. Uma, do portal TERRA do dia 5 de maio, sintetiza o ocorrido: “Além de simulação de sexo, blasfêmia, beijo lésbico e masturbação, show de Madonna homenageou Che Guevara.” Nisso, bem se vê como as coisas semelhantes se atraem, ou seja, perversões morais, comunismo, ódio à Igreja Católica, homossexualismo, orgias etc. “Dize-me com quem andas e te direi quem és”... As fotos de aspectos do show-pornochanchada são impublicáveis, sobretudo em uma revista verdadeiramente católica como a nossa, lida por pais, mães e filhos.

Do portal UOL (5-5-24), com a manchete “Madonna, a maior, faz no Rio a festa da família nada tradicional brasileira”, copio esta informação: “Uma grande roda com bailarinos que simbolizam Jesus e padres com incensários pelo palco criam um dos momentos mais impactantes do espetáculo.”

E na revista FORUM (5-5-24), no subtítulo Tradição, Família e Propriedade, lemos: “Entre beijos trans, homossexuais, gregos, simulações de atos imorais, drag queens, Madonna quebrava a tradição.”

Quase todas as cidades gaúchas foram atingidas pela tragédia

Uma grande multidão — atraída e depois enormemente inflada pela propaganda da grande e inescrupulosa mídia — , festejava em Copacabana, enquanto milhões de gaúchos sofriam em consequência das fortes chuvas e enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul. Esses nossos irmãos continuam padecendo, pois enquanto escrevo este artigo, em meados de maio, os níveis dos rios subiram em algumas cidades, deixando submersas casas, empresas, lavouras, animais, estradas e pontes. Regiões inteiras estão debaixo d’água, completamente arrasadas ou cobertas pela lama. Pelas fotos, deu-me a impressão de estar vendo zonas de guerra, como se fossem cidades inteiramente bombardeadas.

Segundo comunicado da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), 90% das empresas do Estado estão em cidades atingidas pelas cheias. “Os locais mais atingidos incluem os principais polos industriais, impactando segmentos significativos para a economia do Estado”, declarou o presidente em exercício da FIERGS, Arildo Bennech Oliveira.

Um boletim da Defesa Civil informou que, dos 497 municípios gaúchos, 463 foram afetados — ou seja,

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