nações se estenderam a países do leste europeu, com caravanas realizadas na Romênia, Eslováquia, Ucrânia e Lituânia.
A TFP italiana tem promovido várias campanhas. Uma das mais recentes realizou-se contra um ato blasfemo (indescritível) perpetrado por mulheres do grupo “Femen” na Praça de São Pedro.
LITUÂNIA
Em outubro de 1989 o frêmito de descontentamento que percorria os países da Cortina de Ferro teve como primeiro efeito a derrubada do Muro de Berlim. Era o início de uma avalanche incontenível que iria levar de roldão o império soviético. Passo importante, decisivo mesmo para o desmoronamento do colosso soviético, deu o Parlamento lituano no dia 11 de março de 1990, ao declarar a independência de seu país face aos tiranos de Moscou. Essa declaração de independência da Lituânia, por falta de apoio do Ocidente, corria sério risco de tornar-se um ato vão.
Neste panorama sombrio para a Lituânia, por iniciativa do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, a TFP brasileira saiu às ruas para coletar assinaturas de apoio à sua independência. Logo se lhe juntaram as demais TFPs existentes nos cinco continentes. Em pouco mais de três meses, elas coletaram mais de 5.200.000 assinaturas em 26 países, no maior abaixo-assinado da História.
Na ocasião, tanto o cardeal Sladkevicius quanto o presidente Landsbergis da Lituânia pediram aos membros das TFPs que não se esquecessem de seu país. O cardeal chegou mesmo a manifestar o desejo de que se fundasse uma TFP na Lituânia.
Atendendo a pedidos de personalidades lituanas, as TFPs passaram a enviar desde 1993 uma delegação que visita todos os anos esse país na última semana de agosto e na primeira semana de setembro. Em 2015, a delegação internacional de TFPs esteve na Lituânia de 26 de agosto a 3 de setembro.
O pensamento de Plinio Corrêa de Oliveira vem sendo difundido nessa nação báltica desde 2005 pelo bureau do Krikščioniškosios kultūros institutas (Instituto de Cultura Cristã), que publicou no ano passado o livro Revolução e Contra Revolução, além de outras obras em defesa da família tradicional.
O Institutas edita também todos os anos o TFP-Kalendorius, difundido pelos membros de TFPs por ocasião de sua peregrinação a Siluva.
Para manter contato com seu crescente círculo de simpatizantes o Institutas mantém há cinco anos o blog “Lituania Christiana”, onde são publicadas matérias de interesse para o público lituano, incluindo uma série de links para os sites internet de TFPs e associações afins do mundo inteiro.
Krikščioniškosios kultūros institutas vem promovendo simpósios sobre temas da atualidade para estudantes. O último realizou-se em Vilnius, capital do país, no dia 25 de julho passado.
POLÔNIA
Nas campanhas promovidas pela TFP polonesa, as cifras são impressionantes. Em 2011, 120 mil assinaturas contra a retirada do Crucifixo da Assembleia Legislativa; em 2013, 120 mil assinaturas contra o projeto de lei de união homossexual; em 2014, 16 mil protestos contra o prosseguimento de projetos que favoreceriam a agenda do movimento homossexual no país.
A TFP polonesa publica as revistas bimestrais “Aliança com Maria” (270 mil exemplares), e “Polonia Christiana” (24 mil exemplares).
De 2008 a 2014 a entidade efetuou mais de 5.400.000 envios, obtendo mais de 1.100.000 respostas.
Em 2008, em Varsóvia – onde a TFP conta com uma nova sede –, a Fundação Pe. Piotr Skarga organizou protestos junto à embaixada da Índia contra o massacre de cristãos e a promoção da agenda homossexual naquele país.
Em 2014, ela promoveu protestos diante do Ministério da Cultura e em Varsóvia contra a peça blasfema “Golgota Picnic”. Na ocasião, foram coletadas 83.126 assinaturas.
Em 2009, também na capital polonesa, a TFP participou da manifestação contra o aborto em frente à embaixada da Espanha. Os poloneses solidarizam-se com os espanhóis na luta contra o aborto.
Igualmente em 2009, ela organizou protestos em defesa da manutenção da cruz nas escolas, em Wroclaw, diante da redação do jornal “Gazeta Wyborcza”.
A TFP polonesa tem promovido, com sucesso crescente, a Marcha pela vida em Cracóvia, além de multiplicar tais marchas por todo o território polonês.
A sede social e administrativa da entidade, próxima ao centro de Cracóvia, tornou-se um polo de atração de lideranças conservadoras.
Em 2013 e 2014, seu Centro de apoio a iniciativas contra o aborto e em defesa da instituição familiar organizou em Varsóvia dois congressos pela família.
A entidade também promove anualmente conferências para jovens, através da Cruzada da Juventude, e simpósios para os doadores da Associação pela Cultura Cristã Padre Piotr Skarga.
Em 2014, ela organizou uma caravana contra o pretenso “casamento” homossexual. Com o “argumento” próprio de quem não tem argumentos, defensores desse “casamento” tentaram em vão prejudicar a caravana jogando ovos.
Em 2013, no castelo Real de Niepolomice, em Cracóvia, a Associação Padre Piotr Skarga promoveu o X Congresso Conservador, com o tema “Os católicos na virada da História”.
Todos os anos a associação promove a Universidade de Verão, com a participação de jovens de diversos países europeus. A última contou com a presença de alemães, americanos do norte e do sul, austríacos, belgas flamengos e valões, espanhóis, estonianos, finlandeses, franceses, holandeses, húngaros, irlandeses, italianos, lituanos, poloneses e portugueses.
PORTUGAL
Os ideais defendidos pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira inspiraram a criação em 2000 da associação Acção Família, visando a “defesa da instituição familiar e do matrimônio cristão, bem como dos valores da cultura ocidental”. Em 2014, Acção Família foi transformada no Instituto Santo Condestável, que assumiu a continuidade das campanhas em curso.
Acção Família ficou largamente conhecida pela campanha de
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